Questões levantadas e não respondidas feitas a alguém que tentava defender a ética e a moral do ex-presidente Lula:
Acha correto o Lula ter votado contra o Plano Real, tê-lo mantido após ter herdado as finanças arrumadas e nunca ter dado o crédito pelo trabalho do FHC?
Acha correto ele ter sido contra os planos bolsas definidos pelo FHC e depois juntar, modificar e trocar o nome dos planos e não dar o crédito ao mesmo FHC?
Acha correto ele ter usado o dinheiro que sobrou por não ter tido que subsidiar estatais deficitárias e que hoje contribuem com impostos e não dar o crédito para quem proporcionou isso?
Acha correto ele ter votado sistematicamente contra todas as reformas que o FHC propos e nunca ter mudado uma vírgula depois que entrou no poder, porque, apesar de amargo o remédio estava correto e nunca ter reconhecido publicamente?
Acha correto ele nunca ter reconhecido que foi o Itamar Franco quem começou o ciclo de aumento do salário mínimo acima da inflação, que vem elevando o nível econômico da população de mais baixa renda e que o FHC e ele próprio mantiveram a prática?
Acha correto ele nunca ter explicado o enriquecimento repentino do filho?
Acha correto ele mentir dizendo que pagou a dívida externa brasileira, quando o Banco Central mostra em sua página que na verdade a dívida aumentou?
Muitos dizem que ele melhorou as finanças do país, mas me diga quais foram as mudanças que ele fez.
Como vamos valorizar um egoísta, bêbado, despreparado, que mente e engana o povo sem memória?
Acho que não preciso continuar.
Você já entendeu!
O que os países endividados da União Europeia tem em comum?
Apenas 3 países da União Européia tem governos socialista: Grécia, Portugal e Espanha. Os 3 estão endividados até o pescoço.
Por que será, hein? A esquerda não diz que o socialismo é a solução para o mundo?
Como bem disse Margaret Thatcher, quando 1ª. Ministra:
"O socialismo dura até acabar o dinheiro dos outros".
O Brasil teve a sorte de ter tido dezesseis anos de governo FHC para mostrar aos nossos socialistas qual o verdadeiro caminho.
De outra forma, estaríamos na mesma situação que os outros países socialistas, ou, quem sabe, até pior, a julgar pelo que pregavam anteriormente como solução para o país.
O Lula foi até mais ortodoxo que o FHC no controle da economia, exceto no final de seu segundo mandato, quando, com medo de não eleger a Dilma, gastou e pediu ao povo para gastar, para minimizar o impacto da crise econômica mundial.
Bastou este deslize com relação à política que ele havia aprendido com o FHC e prometido ao mundo não mudar, para vermos a inflação disparar e o povo ficar endividado.
Ainda bem que a Dilma parece ter também aprendido a lição e está cobrando fortemente uma rápida volta aos trilhos.
O Governo PT se diz socialista para jogar para o público, pois na verdade adota uma política econômica mais que ortodoxa.
O mais engraçado é que os radicais de esquerda ainda se iludem com a retórica do PT e não enxergam que na prática este governo é totalmente capitalista neoliberal.
A China adota um discurso parecido. Se intitula como comunista, mas adota o capitalismo, com isso, está livrando da pobreza e melhorar a qualidade de vida de pelo menos umas boa parte de seus habitantes. Por isso, sua pujante economia já é a segunda maior do mundo.
Um motorista do Senado ganha mais para dirigir um automóvel do que um oficial da Marinha para pilotar
uma fragata !
Um ascensorista da Câmara Federal ganha mais para servir os elevadores da casa do que um oficial da Força Aérea que pilota um Mirage.
Um diretor que é responsável pela garagem do Senado ganha mais que um oficial-general do Exército que comanda uma Região Militar ou uma grande fração do Exército.
Um diretor sem diretoria do Senado, cujo título é só para justificar o salário, ganha o dobro do que ganha um professor universitário federal
concursado, com mestrado, doutorado e prestígio internacional.
Um assessor de 3º nível de um deputado, que também tem esse título para justificar seus ganhos, mas que não passa de um "aspone" ou um mero
estafeta de correspondências, ganha mais que um cientista-pesquisador da Fundação Instituto Oswaldo Cruz, com muitos anos de formado, que dedica o seu tempo buscando curas e vacinas para salvar vidas.
O SUS paga a um médico, por uma cirurgia cardíaca com abertura de peito, a importância de R$ 70,00, equivalente ao que uma diarista cobra para fazer a
faxina num apartamento de dois quartos.
PRECISAMOS URGENTEMENTE DE UM CHOQUE DE MORALIDADE NOS TRÊS PODERES DA UNIÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS, ACABANDO COM OS
OPORTUNISMOS E CABIDES DE EMPREGO.
OS RESULTADOS NÃO JUSTIFICAM O ATUAL NÚMERO DE SENADORES, DEPUTADOS FEDERAIS, ESTADUAIS
E VEREADORES.
TEMOS QUE DAR FIM A ESSES "CURRAIS" ELEITORAIS, QUE TRANSFORMARAM O BRASIL NUMA
OLIGARQUIA SEM ESCRÚPULOS, ONDE OS NEGÓCIOS PÚBLICOS SÃO GERIDOS PELA “BRASILIENSE COSA NOSTRA”
O PAÍS DO FUTURO JAMAIS CHEGARÁ A ELE SEM QUE HAJA RESPONSABILIDADE SOCIAL E COM OS
GASTOS PÚBLICOS.
JÁ PERDEMOS A CAPACIDADE DE NOS INDIGNAR.
PORÉM, O PIOR É ACEITARMOS ESSAS COISAS, COMO SE TIVESSE QUE SER ASSIM MESMO, OU QUE NADA TEM MAIS JEITO.
VALE A PENA TENTAR.
PARTICIPE DESTE ATO DE REPULSA.
REPASSE! NÃO SEJA OMISSO.
(Transcrito de um e-mail que está circulando na Internet. Autor desconhecido).
"O PT é um partido orientado por intelectuais que estudam e não trabalham, formado por militantes que trabalham e não estudam, comandados por sindicalistas que não estudam nem trabalham e apoiados por eleitores idiotas que trabalham pra burro e não tem dinheiro para estudar".
Autor Desconhecido
Muito tem sido falado sobre a tomada do poder pelos militares em 1964, mas quase não se houve mais falar de suas motivações, isto é, sobre o que os levou a deixarem os quarteis para se meterem na vida política.
Quando em 25 de agosto de 1961, Jânio Quadros renúnciou da presidencia, João Goulart (Jango), seu vice-presidente se encontrava de viagem à China comunista, onde fizera um pronunciamento radical, revelando sua intenção de estabelecer no Brasil uma república popular e que “seria necessário contar com as praças para esmagar o quadro de oficiais reacionários”. De posse de uma gravação desse pronunciamento de Goulart, os ministros militares amadureceram a idéia de não deixá-lo assumir. Após longa negociação, as lideranças nacionais e os militares aceitam a posse de João Goulart com a condição de ser implantado o regime parlamentarista no Brasil e Tancredo Neves assumiu como primeiro-ministro do João Goulart, mas, após plebiscito realizado em janeiro de 1963, o regime voltou a ser presidencialista.
Animados com o fortalecimento de Jango, a esquerda radical provocou confrontos em vários pontos do Brasil. Francisco Julião organizou lutas camponesas no nordeste, as Ligas Camponesas. O governador comunista Miguel Arraes de Pernambuco apoiou manifestações de estudantes. João Goulart apoiou a criação do sindicato dos sargentos e provocou uma forte reação dos militares por promover a quebra da hierarquia e da disciplina nas forças armadas.
Durante o Congresso Continental de Solidariedade a Cuba ocorrido em 28 a 30 de março de 1963 em Niterói, na sede do Sindicato dos Operários Navais e que contou com a participação de várias delegações latino-americanas, Luiz Carlos Prestes manifestou o desejo de que o Brasil fosse a primeira nação da América do Sul a seguir o exemplo de Cuba, se tornando uma nação comunista. Ele afirmou também sua intenção de “uma vez a cavaleiro do aparelho do Estado, converter rapidamente, a exemplo da Cuba de Fidel, ou do Egito de Nasser, a revolução-nacional-democrática em socialista.
O ex-governador do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, cunhado de Jango, organizou em outubro de 1963 o “Grupo dos Onze Companheiros” para tomar o poder pela luta armada. Brizola disse que se inspirou na Guarda Vermelha da Revolução Socialista de 1917 na União Soviética para criar o G-11, chamando-o de “vanguarda avançada do Movimento Revolucionário".
No dia 13 de março de 1964, João Goulart assina em praça pública no Rio de Janeiro decretos de encampação das refinarias de petróleo privadas e autoriza a expropriação de terras, vinte quilômetros à beira de rodovias, ferrovias, rios navegáveis e açudes. Nessa ocasião, o então deputado federal Brizola, exigiu o fechamento do Congresso e a convocação de uma Constituinte para eleição de um Congresso Popular. Declarou que a violência seria respondida com a violência.
Esses decretos de 13 de março e o outro comício acontecido no dia 30 de março, no Rio de Janeiro, no automóvel clube, foram decisivos para a derrubada de João Goulart.
No intervalo entre um comício e outro, Brizola promoveu uma conferência em Belo Horizonte mas foi impedido de falar por um grande contingente de cidadãos, tendo à frente um grupo de senhoras religiosas, que ocupou literalmente todos os espaços do auditório, tornando impossível o acesso ao palco, o que o levou a sugerir que "a democracia não se acovardaria frente a rosários", causando grande mal estar num país de maioria cristã.
No dia 27 de março a Folha de S. Paulo publicou:
“Até quando as forças responsáveis deste país, as que encarnam os ideais e os princípios da democracia, assistirão passivamente ao sistemático, obstinado e agora já claramente declarado empenho capitaneado pelo presidente de República de destruir as instituições democráticas?”
Em 31 de março o Jornal do Brasil, criticou as atitudes de João Goulart: “Pois não pode mais ter amparo legal quem, no exercício da Presidência da República, violando o Código Penal Militar, comparece a uma reunião de sargentos para pronunciar discurso altamente demagógico e de incitamento à divisão das Forças Armadas”.
Logo após o discurso do automóvel clube, o General Olímpio Mourão Filho, comandante da IV Região militar do I Exército, sediada em Juiz de Fora, próximo ao Rio de Janeiro, com o apoio maciço da população mineira, partiu com suas tropas, mesmo sem a aprovação dos demais comandantes militares e iniciou o movimento armado. Os jovens mineiros acorrerão em tão grande número para se alistarem que não houve fardas, armas e transporte para todos.
Na madrugada do dia 31 de março de 1964, tropas militares sob o comando do general Olympio Mourão Filho marcharam de Juiz de Fora para o Rio de Janeiro com o objetivo de depor João Goulart. Em Três Rios, o batalhão de Petrópolis, que havia sido enviado para impedir seu avanço, juntou-se às tropas mineiras e marcharam lado a lado para a cidade do Rio de Janeiro. Jango encontrava-se no Rio de Janeiro quando recebeu o manifesto exigindo sua renúncia. O presidente viajou para Brasília e daí seguiu para Porto Alegre e se refugiou numa estância de sua propriedade, antes de seguir para o Uruguai, após ficar sabendo que todos os comandantes militares haviam já apoiado Mourão Filho. Declarada vaga a presidência o presidente da Câmara dos Deputados, Ranieri Mazzilli, foi empossado na presidência da república.
No dia 2 de abril ocorreu a Marcha da Vitória em várias capitais brasileiras. Dois milhões de pessoas, na cidade do Rio de Janeiro, fizeram passeata comemorando a deposição do presidente João Goulart.
Segundo a Fundação Getulio Vargas, "(…) o golpe militar foi saudado por importantes setores da sociedade brasileira. Grande parte do empresariado, da imprensa, dos proprietários rurais, vários governadores de estados importantes (como Carlos Lacerda, da Guanabara, Magalhães Pinto, de Minas Gerais, e Ademar de Barros, de São Paulo), além de setores da classe média, pediram e estimularam a intervenção militar, como forma de pôr fim à ameaça de esquerdização do governo e de controlar a crise econômica."
O chamado golpe militar de 1964 foi na verdade um contra-golpe contra um governo que tentava implantar o comunismo à revelia do povo brasileiro, que era radicalmente contrário à este idéia.
A partir daí a esquerda se reorganizou em vários grupos e radicalizou suas ações, promovendo vários atentados, levando à consequente reação dos militares, com a decretação dos atos institucionais que restringiram as liberdades e a democracia.
Dilma Rousseff integrou um destes grupos, a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares) que tinha por objetivo a instauração de um regime de inspiração soviética no Brasil. A VAR-Palmares foi criado em julho de 1969 com fusão do Comando de Libertação Nacional (Colina) com a Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) de Carlos Lamarca.
O resto é consequencia do aqui exposto.
Segundo o FMI, o Brasil fechou 2009 com o 8° maior PIB do mundo, à frente da Espanha. Embora que calculado com uma taxa de câmbio bastante favorável, isto não muda significativamente o resultado, já que uma posição a mais ou a menos não é o que realmente importa.
O que interessa na verdade é o PIB per capita, que dá a real dimensão das possibilidades de distribuição de renda, e aí, ainda temos um longo caminho pela frente, pois quando se divide o PIB brasileiro pelos 190 milhões de habitantes, obtemos somente a 77° posição.
Acontece que o Brasil tem a 5ª maior população do planeta e 5ª maior extensão territorial, o que significa que deveríamos ser no mínimo a 5ª maior economia também e disso, ainda estamos longe.
Caso fosse feita uma completa distribuição das riquezas, teríamos o consequente empobrecimento de todos, nivelando por baixo. Basta fazer as contas e veremos: Considerando a participação dos salários no PIB de cerca de 37%, temos: PIB 2,889 trilhões de reais / 190 milhões de habitantes * 37%= 5.626 reais / habitante por ano ou 468 reais / habitante por mês ou, se considerarmos somente a população economicamente ativa: PIB 2,889 trilhões de reais / 125 milhões de habitantes * 37%= 8.551 reais / habitante por ano ou 712 reais / habitante por mês, o que é muito pouco.
Por isso, o Brasil só tem uma opção para melhorar a qualidade de vida de toda a população: Crescer a taxas equivalentes à da China. Mas para isso, precisará investir pesadamente na melhoria da infra-estrutura e na educação que é o que hoje freia nosso desenvolvimento.
Este é o grande desafio.
| EUA | 46.430 |
| Alemanha | 36.449 |
| Reino Unido | 36.496 |
| França | 34.689 |
| Japão | 32.443 |
| Coréia do Sul | 27.169 |
| Brasil | 8.820 |
Muito se tem falado sobre o suposto pagamento da dívida externa pelo governo Lula, mas numa simples consulta ao site do Banco Central podemos ver que é tudo mentira. Mais uma propaganda enganosa para iludir o povo brasileiro e angariar votos.
Um dos que mais se esforçaram para divulgar esta inverdade foi o nada confiável jornalista Paulo Henrique Amorím, em seu Blog Conversa Afiada. No entanto, a verdade é uma só. A dívida externa não só não foi paga como aumentou em relação à deixada pelo governo FHC em 2002.
Segundo o Banco Central, a dívida externa em dezembro de 2002 era de 212 bilhões de dólares (confira aqui ) e em junho de 2010 está em 225 bilhões de dólares (confira aqui ), como um aumento de 13 bilhões de dólares.
Na verdade o que Lula fez foi somente uma jogada política, porque o que ele pagou foi só a dívida externa com o com o FMI e Clube de Paris, que tinham juros subsidiados (6% ao ano), ficando com a dívida externa com os grandes investidores, que cobram juros muito mais caros (entre 8% a 12% ao ano), uma rematada burrice paga pelo povo brasileiro.
Já a dívida interna, esta explodiu no governo Lula. Passou de 654 bilhões de reais em dezembro de 2002 para 1.385 bilhões de reais em junho de 2010 (confira aqui ).
Quando li que D. Pedro II havia dito que os escravos no Brasil tinham uma vida melhor que os operários ingleses eu logo pensei que era desculpa de escravagista para manter os ganhos às custas de quem não podia se defender. Mas estudando um pouco mais a história descobri que infelizmente tudo é relativo e ele tinha razão.
Enquanto os escravos brasileiros que não se rebelavam recebiam um tratamento que visava preservá-los enquanto mercadoria e propriedade de alto valor, para que pudessem trabalhar por muitos anos, acabavam tendo mesmo, por incrível que pareça, uma situação melhor que a maioria dos operários e camponeses europeus naquele período.
A revolução industrial inundou o mercado mundial de então com produtos baratos e provocou o desmantelamento da produção artesanal, levando milhões a disputarem lugar nas fábricas, que eram insuficientes para absorver a enorme oferta de mão de obra barata e sem qualificação, facilmente substituível.
Aproveitando-se disso, os empresários inescrupulosos de então, principalmente os ingleses, exploraram ao máximo esta mão de obra barata. Os trabalhadores muitas vezes não recebiam o suficiente para comer e quando ficavam doentes eram sumáriamente demitidos, sem nenhuma proteção e alternativa para conseguir apoio ou outro trabalho.
Foi este o cenário que levou Karl Marx a escrever Das Kapital. Mas muito tempo se passou e muita coisa mudou.
Sem querer me extender muito neste assunto que é matéria para um livro inteiro, lembro que, após a abolição da escravatura não faltaram europeus para virem em grandes levas emigrados para o Brasil trabalhar na lavoura por uns tostões, tantas eram as dificuldade por lá existentes.
O povo europeu vive hoje em condições que chamamos de primeiro mundo, obtém altos salários, educação, saúde, saneamento, habitação, alimentos e tudo o mais necessário para se manter um alto padrão de vida e isto foi conseguido depois que estes países enriqueceram e aumentaram suficientemente a produção até o ponto que a oferta de vagas equilibrou e superou a da mão de obra disponível. A partir daí, os salários foram subindo ano após ano e as conquistas sociais foram possíveis e levaram a um suporte para a saúde e a velhice.
Vimos mais recentemente este mesmo fenomeno acontecer no Japão e nos Tigres Asiáticos e estamos assistindo agora o mesmo na China, ainda dita comunista, mas a cada dia mais capitalista.
Ao mesmo tempo, vimos também vários países adotarem as idéias de Karl Max concebidas no século XVIII, sem considerarem as transformações ocorridas no mundo e fracassarem completamente no seu objetivo de proporcionar melhor condição de vida aos seus concidadãos. Um após outro os países comunistas abandonaram suas convicções e adotaram a economia de mercado, chamada por uns de capitalismo, até sobrarem somente alguns teimosos países paupérrimos como Cuba e Coréia do Norte, que comunizaram a pobreza.
Chamou muito a atenção a situação da Alemanha Oriental comunista completamente empobrecida sendo amparada pela rica e exuberante Alemanha Ocidental capitalista, após a reunificação.
Mas os esquerdistas radicais brasileiros, ignorantes dos fatos históricos e de noções de economia, insistem em implantar aqui um regime fracassado no mundo todo.
O pior é que eles acreditam que o governo néo-liberal do Lula é um exemplo de socialismo que deu certo.
Santa ignorância!
Bibliografia:
A Evolução do Capitalismo - Maurice Dobb
A História da Riqueza do Homem - Leo huberman

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